terça-feira, 1 de julho de 2014

Deputado Bira ressalta sentimento de mudança presente na convenção dos partidos de oposição

A convenção dos partidos de oposição ao Governo do estado do Maranhão foi o tema principal dos discursos, na tarde desta segunda-feira (30), na sessão plenária da Assembleia Legislativa.

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) fez questão de registrar a felicidade de toda militância da oposição que estava presente ao Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, na manhã do último domingo (29). Segundo os organizadores da Convenção, aproximadamente 10 mil pessoas lotaram o Centro de Convenções e suas imediações.

Na oportunidade foram homologadas as candidaturas de Flávio Dino (PC do B) ao Governo do Estado, Roberto Rocha (PSB) ao Senado Federal e dos candidatos a deputado estadual e federal do PSB, PC do B, PSDB, Solidariedade, PROS, PDT.

O deputado Bira destacou que o evento marcou a homologação de sua candidatura a reeleição e ressaltou a simbologia da presença da deputada estadual Lecy Brandão (PC do B) que cantou a música do compositor maranhense César Teixeira “Oração latina”.

O parlamentar também exaltou a presença do maior líder camponês da história do Maranhão, Manoel da Conceição, que apesar de seus quase 80 anos estava feliz por representar as lutas dos trabalhadores rurais. Manoel, que também é presidente de honra do PT-MA leva as bandeiras do partido da presidente Dilma para a campanha de Flávio Dino.

“Foi uma festa da democracia, tudo muito belo, a união de todos os partidos de oposição a oligarquia que governa o Maranhão há quase 50 anos. São 9 partidos de oposição, mais a militância do PT unificados e apoiando um único candidato ao Governo do Estado e um único candidato ao Senado Federal”, comemorou Bira.

Bira encerrou seu pronunciamento conclamando todas as pessoas de bem, que acreditam na mudança social real e que tem esperança em dias melhores para o Maranhão a embarcarem na onda da renovação política. O socialista também afirmou que a união das oposições é o maior desgosto da oligarquia, que torceu e articulou diuturnamente pela fragmentação do grupo.

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