terça-feira, 12 de agosto de 2014

Para Bira, Governo do estado ficou desesperado com o fim do FUNDEMA e decidiu atacar a família do candidato da oposição


O Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios do Maranhão (FUNDEMA) voltou a ser pauta de debates na Assembleia Legislativa do Maranhão, na tarde desta terça-feira (11).

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) ocupou a tribuna da Casa e afirmou que FUNDEMA nasceu morto, e não passou de uma artimanha preparada na tentativa absolutamente inglória de contaminar o processo eleitoral.

“Por essa razão é que ele foi inviabilizado do ponto de vista jurídico e do ponto de vista político, ele não surte mais os efeitos que o grupo dominante queria que era vender a ideia de que iriam comprar a eleição de qualquer maneira, sendo que o FUNDEMA seria utilizado para este fim”, explicou Bira.


Para o socialista, o Governo do estado ignora as necessidades do povo, transforma tudo em um comitê eleitoral e tenta de todas as formas impedir a vontade do povo, que é eleger um representante que simbolize a alternância de poder no Maranhão.

O parlamentar destacou ainda a negativa do BNDES em colocar dinheiro na “artimanha” do governo do Estado. “O grupo que governa o Maranhão abriu a caixa de mentiras e ataques rasteiros contra a Oposição. O que fizeram ontem com o Flávio foi absolutamente repudiável, abominável. Partiram para uma apelação que atinge o sentimento de um pai, de um ser humano que perdeu o filho, isso só faz quem não tem coração, só faz quem não tem o sentimento da solidariedade”, protestou Bira.

O deputado referia-se a campanha apelativa que partiu de fakes (perfis falsos em redes sociais) criados pela campanha do candidato da oligarquia para tentar desestabilizar o candidato da oposição em pleno dia dos pais, usando a morte do seu filho de maneira deplorável.

Esta tentativa do grupo dominante do estado de tentar manipular e rebaixar o nível das campanhas eleitorais no Maranhão não é novidade. Bira recordou o caso Reis Pacheco, quando a oligarquia “inventou” um defunto para tirar a vitória nas eleições do então candidato Epitácio Cafeteira, na ocasião, a estratégia maquiavélica funcionou.

“Agora a historia é diferente, não é mais a mesma coisa. Então, não adianta inventar o Reis Pacheco que dessa forma não vão impedir a eleição do candidato da oposição. O povo não acredita mais nesses que estão aí, há quase 50 anos”, destacou Bira.

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