quarta-feira, 8 de abril de 2015

Piada do Dia: Andrea Murad usa seu pai como o bom exemplo.


Do blog John Cutrim

A deputada Andrea Murad (PMDB) não usa espelho em casa. Escamoteia a todo custo nos seus discursos a verdade e não enxerga a realidade decadente do Maranhão deixado pelo seu grupo político. A única imagem refletida é a do pai, Ricardo Murad, o enrolado ex-secretário de Saúde do governo encrencado de Roseana Sarney.

Ricardo foi auxiliar de Roseana, a ex-governadora filha do aposentando José Sarney, citada na Operação Lava Jato por receber, segundo denúncia, propina oriunda de esquema de desvio de dinheiro da Petrobras.

Para Andrea Murad, deputada eleita por um desses acasos da vida sem ter feito um único esforço, esse é o governo, onde o pai era uma espécie de primeiro ministro, parâmetro de moralidade, exemplo de eficiência pública. Só que não!

O governo do qual o pai de Andrea era xerife foi um antro de corrupção, de ilegalidade, além do fracasso de gestão, que deixou o Maranhão entre os estados mais pobres, atrasados e miseráveis do país. Legado negativo que Andrea e sua família tem participação.

A cada dia estoura na imprensa novas denúncias de esquema de desvios de verba pública do estado no governo Sarney/Murad. Nas secretarias de Saúde, Educação, Meio Ambiente, entre outras, há indícios de que o dinheiro do povo jorrava pelo ralo da corrupção,

Talvez Andrea Murad, a paladina dos bons costumes e da honra, não saiba que Ricardo Murad, exemplo para ela de honestidade, vestal de honradez e correção, teve contas desaprovadas pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado).

A deputada nada fala das dispensas de licitações milionárias ocorridas na secretaria do pai, alvo até de investigação da polícia federal, no entanto arvora apontar o dedo para a moralização feita pelo novo governo que fez concurso para contratação de prestadora de serviços na saúde, conforme manda a Lei.

Mesmo assim, Andrea acha que pode acusar os demais, que não pertencem ao seu grupo, das mesmas práticas corriqueiras do pai.

Parlamentar de pouco embasamento, deslumbrada com o poder e sem expressão, a neófita Andrea Murad quer fazer de tudo para chamar a atenção, só que peca em medir os outros pela régua que, a começar, não serve dentro de casa.

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