terça-feira, 31 de maio de 2016

Walter Moita, Jessica Tavares e Roberto Gil lançam suas pre-candidaturas a vereadores pelo o PSB.

Já se aproxima as eleições e as movimentações politicas aumentam, pensando no projeto de mudança para Coroatá, O PSB movimentou a cidade no ultimo final de semana com os lançamentos das pre-candidaturas a vereadores pelo o Partido, com bons nomes e com uma boa aceitação popular é o caso dos pre-candidatos a vereadores do Partido Socialista Brasileiro-PSB.

Vamos aos lançamentos; Dia 27/05, Walter Moita lançou sua pre-candidatura a vereador pelo o PSB, contou com a presença de muitos convidados e lideranças politicas, seu evento aconteceu no Bairro Tresidela.  Dia 28/05 foi a vez da jovem Jessica Tavares lançar seu nome e colocar-se a disposição do povo, seu evento aconteceu no Bairro Vila Vavá e por último no domingo dia 28/05 Roberto Gil em grande evento lançou sua pre-candidato a vereador, o evento aconteceu no Bairro Vila da Luz, uma bairro esquecido pelo poder público municipal. 

Em todos os lançamentos contou com a presença especial da chapa, Luis da Amovelar Filho/Pre-candidato a Prefeito e Domingos Alberto/Pré-candidato a vice e com o apoio de Luis da Amovelar.

Fotos dos lançamentos:






sexta-feira, 27 de maio de 2016

Ceará lança sua pré-candidatura a vereador pelo o PSB

Na última quarta-feira(25/05), com a presença de centenas de convidados, o militante do Partido Socialista Brasileiro "Ceará" lança sua pré-candidatura a vereador, uma festa bonita que ficará para a historia, o evento aconteceu no Bairro Jordão.

O encontro contou com a presença de vários pré-candidatos a vereadores do PSB e a chapa de oposição de Coroatá, Luis da Amovelar Filho pré- candidato a Prefeito e Domingos Alberto vice, com o total apoio de Luis da Amovelar.

Imagens do Evento:





segunda-feira, 23 de maio de 2016

Com uma Multidão presente, PSB lança a pré-candidatura a vereador de Roberto Cesar



No último Sábado(21/05), na presença de mais de 400 pessoas Roberto Cesar lança sua pré-candidatura a vereador pelo o Partido Socialista Brasileiro-PSB40, uma festa bonita que contou com a presença de lideranças, convidados especias e chapa de oposição de Coroatá, Luis da Amovelar Filho pré- candiadato a Prefeito e Domingos Alberto vice, Luis da Amovelar esteve no evento e mostrou seu total apoio ao projeto.


Esse é o primeiro evento de lançamento das candidaturas a vereadores pelo o PSB, serão mais de 20 lançamentos, parabéns ao Roberto Cesar  pelo o grande evento e vamos junto no projeto da mudança, afirma Cici Almeida presidente do PSB em seu discurso no evento!!!!









Imagem do dia: Luis da Amovelar Filho e Domingos intensificam visitas!!!!


A chapa formada e consolida entre Luis da Amovelar Filho (Pre-candidato a prefeito) e Domingos Alberto vice, estiveram neste final de semana fazendo várias visitas tanto na sede como na zona rural, participaram de uma bonita festa do dias das mães no povoado Centro Novo e várias visitas no povoado jiquiri.

Abaixo as imagens:












quinta-feira, 12 de maio de 2016

Sem ganhar nenhuma eleição, PMDB emplaca terceiro presidente



Sem vencer nenhuma eleição para Presidência da República em seus 50 anos de história, o PMDB assumirá o cargo pela terceira vez em pouco mais de 30 anos. Com a confirmada ascensão de Michel Temer, o partido passa a ter “100% de aproveitamento” de seus três vices, que chegaram à Presidência.

O primeiro governo federal do PMDB se iniciou em 1985, com José Sarney. Ele assumiu a Presidência por causa da morte de Tancredo Neves, também peemedebista, que venceu a eleição indireta em janeiro daquele ano, mas adoeceu e morreu antes mesmo de tomar posse.

Sarney, porém, não tinha nenhum histórico no PMDB e se filiou em agosto de 1984, deixando o PDS num acordo com setores mais conservadores para poder concorrer como vice de Tancredo.

O segundo presidente peemedebista também se filiou em cima da hora. Itamar Franco assinou ficha em maio de 1992, quando o governo Collor já enfrentava uma grave crise de popularidade. Itamar foi eleito pelo PRN, junto com Collor, mas deixou o partido após uma reforma ministerial feita em abril daquele ano. Em 2 de outubro, assumiu como presidente interino após abertura de processo de impeachment –que viria a ser aprovado em dezembro.

A reportagem do UOL procurou a assessoria de imprensa do PMDB na terça-feira (10) para que comentasse sobre a nova ascensão de um peemedebista ao poder. Foram feitos contato por telefone e por dois e-mails, mas até a publicação da reportagem não houve resposta.

Derrotas nas urnas
O PMDB nasceu como MDB, em 24 de março de 1966, após o Ato Institucional 2, que instalou o bipartidarismo no país. Em 30 de junho de 1981, o partido se transformou em PMDB e é hoje a legenda mais antiga e com maior número de filiados do país: 2,4 milhões de pessoas.

Desde a redemocratização e a retomada das eleições diretas para presidente, o PMDB tentou por duas vezes chegar ao cargo máximo do país, mas as tentativas acabaram marcadas por fiascos.

Em 1989, o PMDB lançou Ulysses Guimarães ainda sob a égide de ter lutado pelas Diretas Já e liderado a Constituição de 1988. Porém, ficou apenas na 7ª colocação, com 4,6% dos votos válidos.

Em 1994, foi a vez de Orestes Quércia ser candidato pelo partido, mas recebeu 4,3% dos votos, quando Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foi eleito no primeiro turno.

Em 2002, o PMDB concorreu à chapa majoritária de José Serra (PSDB) com a vice-candidatura de Rita Camata –derrotada em segundo turno por Lula. Em 2010, voltou ao poder com a eleição de Michel Temer como vice de Dilma Rousseff (PT).

“Em mil pedaços”
Segundo o cientista político Michel Zaidan Filho, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), uma das explicações para os insucessos do PMDB nas urnas é a falta de um conteúdo ideológico definido.

“Não há nenhuma sinergia entre os setores nacional e regional. Esses chefes políticos não se movem por ideologia. Eles fazem alianças que avalizem os projetos políticos”, afirmou.

“E o PMDB também se deu mal por conta da polarização entre Lula e Collor, em 1989; e entre Lula e FHC, em 1994. Não que eles não merecessem, mas não havia espaço para outros nomes.”

Zaidan Filho afirma que o partido foi mudando ao longo dos anos e não é hoje nem sombra do que era nos anos 1980. “O PMDB perdeu importância, como o outro partido –o PDS, depois PFL e hoje DEM– originário da ditadura. Depois da transição para a democracia, ele se tornou elefante branco, sem definição ideológica clara, sem comando. Também deixou de ser de centro-esquerda, tornou-se um partido de oligarquias regionais”, disse.

“Apesar da maior capilaridade da história, está repartido em mil pedações. O PMDB não tem dono.”

O cientista ainda lembra que Michel Temer será o primeiro peemedebista de carteirinha a assumir a Presidência, já que Sarney e Itamar ingressaram no partido às vésperas de assumir o poder.

“Sarney foi da Arena, da UDN, depois PDS e PFL, ou seja, não tinha ligação com o PMDB. Ele foi fruto de uma aliança do partido com liberais. Já Itamar, apesar de ter integrado o antigo MDB, saiu e não tinha ligação histórica com o PMDB”, afirmou.

“Depois que assumiu, ele virou um pedaço do partido, que era o pedaço da oposição. Ele nunca teve unanimidade e, de fato, não tinha a confiança dos grupos.” (UOL)

Luis da Amovelar Filho e Domingos Alberto cumpre extensa agenda de pré-campanha


O pré-candidato a prefeito Luis da Amovelar Filho acompanhado do seu pré-candidato a vice, Domingos Alberto e comitiva, tem se desdobrado para cumprirem os diversos convites de reuniões que recebem da população de Coroatá neste período de pré-campanha. No ultimo final de semana foi uma verdadeira maratona de visitas e reuniões em diversas localidades da zona urbana e rural de Coroatá.

No sábado dia 07, acompanhados do presidente do sindicato dos trabalhadores Antonio Viana, do vereador Claudeci, visitaram comerciantes e lideranças da zona urbana, durante a noite participaram de reunião no povoado Barriguda.

No Domingo dia 08, durante a manhã, participaram de café da manhã no Jordão e povoado Sozinho, na parte da tarde, o grupo do pré-candidato se dividiu, Luis da Amovelar Filho participou de Almoço e reunião no povoado Bem Fica, enquanto Domingos Alberto se dirigiu até ao povoado Garimpo onde acontecia a festa das mães do povoado e Antonio Viana almoçou com lideranças do povoado Alto da Cana. A noite, foram até a festa das mães do K10 e do povoado Macaúba, também acompanhados do ex-prefeito Luis da Amovelar. Eles também gravaram mensagem alusiva a data, além de utilizarem as redes sociais para mandar mensagens às mães coroataenses. 







quinta-feira, 5 de maio de 2016

Além da inelegibilidade de Roseana e Ricardo, MP pede a devolução de R$ 151 milhões

Roseana e Ricardo: decisões mirabolantes, favorecimentos de empresas doadoras de campanha e obras superfaturadas
Roseana e Ricardo: decisões mirabolantes, favorecimentos de empresas doadoras de campanha e obras superfaturadas
Além da ação criminal, aceita pela Justiça, o promotor Lindonjonson Gonçalves de Sousa, entrou com uma ação civil pública por improbidade administrativa na 2ª Vara da Fazenda Pública (juiz Carlos Veloso) contra Roseana Sarney, Ricardo Murad, mais 15 pessoas, dentre funcionários públicos e empreiteiros, e 5 empresas denunciadas em um esquema de desvio de recursos da Saúde.
O MP descreve na ação o que classificou de “empreitada improba e criminosa” iniciada em 7 de julho de 2009, dois meses depois do golpe judicial que usurpou o mandato do governador eleito Jackson Lago (observação nossa) com a divulgação da concorrência 001/2009 – CPL/SES/MA, com o propósito de construir, de um só vez, 64 unidades hospitalares de 29 leitos cada, em diversos municípios – notadamente os pequenos – do Maranhão, com estimativa de custo de R$ 115.832.337,59.
Em um levantamento cronológico, Lindonjonson Gonçalves de Sousa, traça o modus operandi da associação criminosa (reunião de três ou mais pessoas para cometer crimes; acusação criminal pela qual todos os envolvidos respondem na Justiça),  e seus artifícios para burlar a lei e contratar as empresas da preferência do secretário de saúde, Ricardo Murad, por designação da então governadora Roseana Sarney.
O Ministério Público aponta uma série de ilegalidades que vão do início da obras, sem o devido projeto básico, como exige o art. 7º da Lei de Licitações e Contratos Administrativos à contratos sem licitação e superfaturados.
“O superfaturamento das contratações, no presente caso, é de tamanha evidência que dispensa qualquer análise contábil para a sua verificação. Veja-se que sessenta e quatro unidades hospitalares de vinte leitos produziriam 1280 leitos, e por isso cada leito hospitalar custaria aos cofres públicos o valor de R$ 118.181,62 (cento e dezoito mil, cento e oitenta e um reais e sessenta e dois centavos); Sem contar os custos com equipamentos hospitalares e outras medidas de natureza estrutural que servem ao pleno funcionamento de uma unidade hospitalar. Em uma consulta rápida em portais da internet, é possível obter planilha completa do custo de uma unidade do projeto “Minha Casa Minha Vida”, que deve ter todas as condições básicas e necessárias para uma família viver com dignidade, não alcança a metade do valor gasto, em média, com cada um dos leitos hospitalares referentes às licitações relatadas na presente demanda. Assim, conclui-se que as contratações estão em valores muito acima do que deve ser praticado para edificações nessas condições, revelando o superfaturamento das obras, em não havendo nenhum interesse público que justifique um preço tão alterado”, diz Lindonjonson na acusação enviada à Justiça.
Decisões mirabolantes
O promotor ainda ressalta que “as decisões administrativas mirabolantes, o favorecimento a empresa doadora de campanha, o valor exorbitante das obras pagas ou contratadas mostram claramente que todos os indicadores sociais de extrema miséria que açoitam cerca de 55% da população e atinge 80% dos municípios maranhenses não foram suficientes para fazer os gestores e seus parceiros sensíveis à importância de uma política de saúde sustentável e adequada ao funcionamento como um sistema, que possibilitaria aos profissionais da saúde fazer o trabalho de atendimento à população, com uma gama variada de procedimentos, tanto preventivo, como curativo.”
Além da suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa e proibição de contratar com o Poder Público, etc., em caso de condenação, Ministério Público pede que Roseana, Ricardo e o resto da turma sejam condenados a devolver R$ 151 milhões, corrigidos e acrescidos de juros legais de 1% ao mês, desde a data dos pagamentos pelos cofres públicos.